
Somente na distribuição dos cartões, o governo deverá gastar, em dois anos, uma quantia entre R$ 24 milhões e R$ 30 milhões. Recursos também terão de ser reservados para fazer uma "limpeza" na base de dados já existente.
A troca dos cartões será feita de forma gradativa. Quando a pessoa for até uma Unidade Básica de Saúde, ela terá seus dados confirmados e o cartão, trocado.
As cidades que não dispõem de nenhum tipo de registro receberão do Ministério da Saúde o sistema, que deverá ser acessado via internet.
A expectativa inicial é de que o registro eletrônico esteja disponível para todos municípios até 2014.
Fonte: Estadão
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